sexta-feira, 24 de junho de 2011

OS 7 PECADOS CAPITAIS DE QUEM POSSUI UMA MOTO!

Esta coluna criada pelo Tide, Geraldo Tite Simões

Jornalista especializado há 25 anos, piloto e instrutor de pilotagem. Já editou as principais revistas de motociclismo do Brasil.

1) Trocar o óleo a cada 1.000 km. A confusão se dá graças ao manual das motos utilitárias, pelo qual a primeira troca deve ser feita com 1.000 km. É uma forma de retirar sobras de material que podem ter se deslocado durante o período de amaciamento. As demais trocas podem ser feitas a cada 3.000 km. Só que motociclistas profissionais (motoboys) usam a moto sob condições muito severas e trocam óleo a cada 1.500 km. Mesmo nesses casos há exagero, porque os 3.000 km indicados já trazem grande margem de segurança.

A crença já se espalhou para donos de motos grandes. A troca antecipada, além do custo adicional, resulta em um despejo desnecessário de poluentes no ambiente. Para quem usa a moto de forma racional e equilibrada, o período recomendado pelo fabricante está de ótimo tamanho.

Dentro desse pecado existe um “subpecado”: motores não consomem óleo. Como não? Todo motor, desde o mais simples até o de Fórmula 1, pode consumir óleo porque é uma consequência natural do aquecimento do motor. Motores de concepção mais antiga consomem até 30% de óleo a cada 1.000 km, sem que se possa chamar isso de defeito. Cabe ao motociclista verificar o nível a cada 1.000 km. Mas não precisa trocar, tá?

2) Descarbonização. Essa é uma das aberrações mais comuns. Algum “mexânico” inventou isso lá atrás, o que acabou sendo resgatado graças à internet. Funciona assim: o sujeito retira o óleo usado do motor, fecha o bujão e enche o cárter com querosene ou produtos chamados de “flush” (descarga, em inglês). Depois liga o motor por alguns segundos e drena o querosene ou produto antes de colocar o óleo novo. Essa é a forma mais fácil de acabar com o motor de uma moto! Dentro do motor existem anéis de vedação (retentores) de borracha que nasceram para viver mergulhados no óleo.
O solvente ataca esses anéis e provoca vazamentos internos. Por isso a gente vê tanta moto soltando fumaça pelo escapamento.

3) Rodízio de pneus. Essa é mais comum no Norte e no Nordeste, regiões que vivem uma explosão de consumo geral e especialmente de moto. Nos carros é normal fazer rodízio de pneus, embora já seja condenado por especialistas. Mas nas motos o pneu dianteiro é muito diferente do traseiro e eles têm funções bem específicas. No piso molhado o pneu dianteiro funciona como uma lâmina que corta a água e o traseiro completa o serviço. Por isso é quase impossível uma moto aquaplanar. Ao usar o pneu traseiro na frente, o risco de aquaplanagem é enorme porque o desenho do pneu não foi projetado para essa posição.

4) Para cada dois pneus traseiros troca-se apenas um dianteiro. Não! É natural o pneu traseiro gastar mais rápido, pois é o pneu da roda motriz, que recebe todo o esforço da tração. Nas motos utilitárias também recebe mais carga quando se roda com baú ou com garupa (mototáxis). Portanto, é normal o pneu traseiro gastar mais. Só que na hora de trocar devem-se trocar os dois, pois quando o traseiro estiver gasto é sinal de que o dianteiro já está comprometido, mesmo que pareça bom. Outro engano comum é usar pneus de modelo ou marca diferente na frente e atrás. Pneus de motos devem sempre ser do mesmo modelo e marca, para manter o comportamento original em curvas.

5) Pneu mais largo melhora a estabilidade. Mais uma vez, a confusão é criada por se acreditar que moto é um carro de duas rodas. Nos carros os pneus mais largos podem melhorar a estabilidade porque oferecem maior área de borracha em contato com o solo. Na moto é diferente, porque ela inclina nas curvas. Quanto mais inclinar, maior pode ser a velocidade de contorno da curva. Para que consiga um grande grau de inclinação é fundamental que o pneu tenha o desenho convexo. Quanto mais convexo, maior a inclinação.

Ao usar um pneu mais largo na mesma roda, o pneu ficará deformado, reduzindo a convexidade do desenho. Logo, a moto inclinará menos na curva. Claro que existem tolerâncias. Por exemplo, passar de um pneu 180 para 190 não causará um problema, nem de 130 para 140. Mas alguns motociclistas exageram e, em função de um padrão estético, querem usar o mais largo possível, passando de 130 para 160 ou deste para um 190. Aí será um martírio inclinar a moto nas curvas.

Um lembrete: ao ler depoimentos sobre a “melhora” ao usar um pneu diferente, considere que a sensação de melhora não vem da medida, mas do fato de ser novo.

6) Reduzir a marcha diminui o espaço numa frenagem de emergência. Equívoco que vem de competições e de uma das grandes mentiras sobre pilotagem, o freio-motor! Motor é motor; freio é freio. Não existe freio-motor em moto. Para que o motor tenha efeito redutor na roda é preciso que sua rotação seja menor que a da roda motriz. Isso só é possível se o câmbio for equipado com caixa redutora, como nos caminhões e veículos pesados. Os caminhões contam com esse efeito porque precisam frear 20 a 30 toneladas. Carros e motos precisam anular o motor para frear no menor espaço possível. Para isso é preciso acionar a embreagem junto com o freio e esquecer o câmbio. Não acredita? Então faça a experiência: engate a primeira marcha do carro (ou moto), solte a embreagem e deixe pegar velocidade sem acelerar. Depois tente frear sem acionar a embreagem. A sensação é que o motor continua empurrando o veículo, porque a rotação do motor é maior que a das rodas.

Nas competições os pilotos reduzem a marcha nas entradas de curva, mas isso só é feito para que a moto (ou carro) tenha rotação e potência para sair da curva. Quem freia é o freio; quem empurra é o motor.

7) O capacete deve ser duro. Essa mentira é alimentada até por jornalistas inexperientes. A função primordial do capacete é reduzir a transferência das ondas de choque para o crânio do piloto. Se for uma peça dura, a onda de choque chega com grande intensidade e transforma o cérebro num mingau. Na verdade o capacete deve ser flexível, deformável e bem acolchoado, para que a energia do choque seja dissipada o máximo possível antes de chegar no cérebro.

34 comentários:

  1. OS 7 PECADOS CAPITAIS DE QUEM POSSUI UMA MOTO! AMIGO SOU MECÂNICO DE MOTO E MUITAS COISAS Q VC FALOU NO TEXTO ACIMA NÃO PROCEDE . NÃO SEI DE ONDE VC TIROU ISSO .VC PRECIZA CONHECER BEM A MOTO PRA PODER ESCREVER UM TEXTO A RESPEITO .

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tambem te apoio (nova regra ortográfica), desde qando a troca de oleo se dara com 3 ou 4 mil rodados, isso eh suicidio no motor, mesmo qe haja residuos industriais e diferentes condicoes de ambiente, o oleo deve ser trocado sim a cada 1000km, e a marcacao correta do nivel nao eh acima da vareta indicadora mas entre os niveis de marcadores pois diminui muita chance de problemas no motor como pressao no carter e etc...

      Excluir
    2. A troca do óleo do motor é especificada no manual do proprietário. Cada modelo tem sua quilometragem para troca, não há uma quilometragem fixa para todas as motos. Tenho um primo que troca o óleo de sua CG 150 a cada 3.000km E NUNCA DEU PROBLEMA NO MOTOR e olha que a moto já tem mais de 80.000km rodados.

      Excluir
    3. A recomendacao da Yamaha por ex para a troca de oleo de uma Fazer 250, usando o Yamalube, é de 5000km em condicoes normais, e 2500km em condicoes severas. O tempo de troca varia de acordo com o consumo de oleo do motor e da qualidade do oleo utilizado! Existem modelos recomendados para trocas a cada 7500 e 10000 para motocicletas mesmo!

      Excluir
  2. EM RELAÇÃO AO FREIO MOTOR AJUDA SIM. MAS CONSIDERANDO A ROTAÇÃO DO MOTOR COM A VELOCIDADE DA RODA. SE EU ESTIVER EM BAIXA VELOCIDADE EM MARCHA PESADA , E ACIONAR O FREIO SEM APERTAR A EMBREAGEM , A FRENAGEM VAI SER RUIM POIS O MOTOR ESTARÁ EMPURRANDO O AUTOMÓVEL. MAS SE VC VIM EM ALTA VELOCIDADE EM QUINTA MARCHA , E REDUZIR PARA TERCEIRA , O CARRO VAI DAR AQUELA AMARRADA , AJUDANDO E MUITO NA FRENAGEM. ENTÃO NAO É MITO. O MOTOR AJUDA SIM A FREIAR ,TENDO EM VISTA A ROTAÇÃO DO MESMO COM A VELOCIDADE DA RODA

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Essa tal "amarrada" a qual vc mencionou é danada pra fuder o seu motor e o sistem de embreagem...

      Excluir
    2. Verdade, na minha moto, lascou a corrente de comando com 30 mil...

      Excluir
    3. quebrando ou não o motor o freio motor existe em moto! eu piloto mais de 10mil quilômetros por mês e afirmo q usar o motor para reduzir a velocidade da moto ajuda e muito!
      e é bem melhor gastar embreagem do que arriscar a vida tentando frenar com o motor "solto"!
      não aconselho a frenagem acionando a manete de embreagem de imediato.

      Excluir
    4. Pois é Igor Feitosa, ainda perdi meu tempo lendo a reportagem desse bloqueiro de merda
      depois do Item 6 falando sobre frenagem, parei até de ler, se ele tivesse colocado o item 6 como primeiro, pararia ali, ele nao entende P.O.R.R.A Nenhuma do Assunto

      Excluir
  3. IGOR, O motor ajuda na frenagem...mas faz isso toda hora, pra tu acabar com teu motor rapidim rapidim

    ResponderExcluir
  4. Concordo com tudo, exceto o absurdo do freio-motor. Tá se criando um mito que em motos ele não funciona, mas isso é um absurdo imenso! Freio motor é essencial pra uma frenagem segura, e não danifica o motor nem gasta combustível, e mantém a desaceleração constante, além de facilitar na hora de uma retomada emergêncial.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Isso, so em motores 2 tempos que nao existe o tal do freio motor! Por ex engate uma 1ª e solte a moto (4 tempos) em uma decida, ela vai ir ate uns 30 ou 40km/h e nao acelera mais

      Excluir
  5. Com todo o respeito, mas dizer que funciona ou não, sem comprovação de um manual do projetista do motor ou de uma comprovação científica; essas opiniões não valem de nada. Estou em busca de informações sobre frenagem motora mas só acho alquimistas relatando o que "acham", mas na verdade não sabem. Vamos todos pesquisar?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Na verdade o motor tem o efeito de compressão do ar, o que ajuda(pouca coisa). Pegue um morro, e desça 2 vezes. Primeiro com a embreagem apertada, segundo com a embreagem solta e engatada em uma rotação alta(sem acelerar). Vai perceber que o motor segura um pouco a moto. Devido a compressão do ar que entra no cilindro. Mas o principal fator, é que com o motor girando, não permite que a roda trave com a mesma facilidade de quem está descendo na "banguela". Por isso é importante usar o tal do freio motor, e freiar sempre sem apertar a embreagem! ;) Com o abs é claro que o próprio sistema já faz a melhor frenagem sem deixar a roda travar!
      Espero ter ajudado.

      Excluir
  6. Só poderia ter sido postado por SUBURBIOBoy, nada contra suburbio, mas remete a comentários sem fundamentos, sem fontes, genéricos absurdos, como se toda moto fosse igual. Ridículo a do freio motor, óbvio que auxilia principalmente em fazer parte da redução gradual para você sem ter de se preocupar tanto em dosar o freio de trás (que é o grande X da questão em muitos modelos de motos).

    ResponderExcluir
  7. Tenho uma moto Fazer 250, sempre utilizo o freio motor dela em descidas muito acentuadas para não sobrecarregar meu sistema de freios...É a forma mais racional de descer em segurança

    ResponderExcluir
  8. Freio motor nao funciona??? Faca um curso de pilotagem defensiva e COMPROVE NA PRATICA! Frear moto puxando a embreagem vai ser fatal quando voce mais precisar.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Quer dizer então que vc reduz marcha sem usar a embreagem?!

      Excluir
    2. Essa do freio motor não existir foi realmente furada. Tenho uma Suzuki Yes e tá até lá no manual. O colega Demetrius não falou nada sobre reduzir sem usar a embreagem, mas é um uso de segundos, pra trocar de marcha, e não segurar a manete.

      Ande em uma moto 2T e mude seu conceito sobre necessidade do freio motor. Dá medo andar no trânsito com uma moto que o motor não segura quando você solta o acelerador.

      Excluir
  9. Acredito que o que ele quis dizer sobre o freio-motor seria a frenagem brusca ao sair de uma 5ª e engatar uma 3ª por exemplo... sim, ele funciona mas acho que não deve ser extremo senão "fode" tudo.

    ResponderExcluir
  10. Oi, trocar o pneu da moto de 140 para 160 tem grande problema?

    ResponderExcluir
  11. Pessoal, vcs estão confundindo as coisas, o nobre amigo esta dizendo que em uma freada de emergência, quem ja passou por isto sabe, não usamos o freio motor, na verdade nem da tempo para pensar em nada, vc mete a mão na manete de freio e o pé no pedal, 70% dianteiro e 30% no traseiro ( mais ou menoss) e reze para a moto parar. Isto não tem nada haver com reduzir a velocidade utilizando o freio motor em conjunto com os freios, descer uma longa descida etc... "uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa", entenderam meninos..........Mauricio Ortega - 54 anos- pilota motos a 35, não sou o dono da verdade, aprendo todo dia, assim é.

    ResponderExcluir
  12. Prof. Aviz, o fato de vc se utilizar do freio motor não prejudica em nada a corrente de comando. ela é acionada pela arvore de manivelas e quando usado o freio motor ela continua sendo acionada por ele. Isto é um mito! Senhores, Giovanni é o meu filho, uso o computador dele. Sou técnico em motores e poderei responder perguntas.

    ResponderExcluir
  13. FREIO MOTOR: TODO MOTOR VEICULAR SEJA EM MOTO, CARRO, CAMINHÃO ETC... POSSUI FREIO MOTOR. qUANDO SE ESTA EM MOVIMENTO ACELERANDO O VEICULO O FLUXO DE POTENCIA VAI DO MOTOR PARA A RODA, OU RODAS SE FOR UM AUTOMÓVEL, NO MOMENTO QUE VC DESACELERA O FLUXO DE POTENCIA É INVERTIDO, PASSA A SER DA RODA PARA O MOTOR, COMO O MOTOR OFERECE RESISTENCIA O VEICULO DIMINUI A SUA MARCHA, QUANTO MENOR FOR A MARCHA E MAIOR A VELOCIDADE O FREIO MOTOR SERÁ MAIS EFICIENTE.

    ResponderExcluir
  14. Freio motor: Nos motores dois tempos o freio motor é muito menos eficiente em razão deste tipo de motor ser desprovido de valvulas, tanto de admissão como de escape, o motor oferece pouca resistencia à potencia advinda das rodas. Em um quatro tempos quando em regime de freio motor, é como se o motor fosse um compressor de ar acionado pela roda.

    ResponderExcluir
  15. Rodrigo Moreira:- Se vc precisar de mais algum detalhe especifico sobre freio motor pode perguntar, eu não sou alquimista, sou um técnico em motores. Estou aqui para aprender e orientar.

    ResponderExcluir
  16. Adrem Costa:- A moto é projetada utilizando a ciclistica, isso mesmo vem lá.... da bicicleta. Quando os engenheiros projetam uma moto eles se esforçam para que esta tenha uma ótima ciclistica, são feitos inumeros testes em pista seca e malhada para que possa ser indicado o melhor pneu para ela. A modificação dos pneus compromete a ciclistica da moto, vc terá maior arrasto e maior consumo, vc facilita a hidroplanagem em virtude da maior area de atrito com o solo molhado ( lembre-se que vc alterou o pneu mas o peso da moto continua o mesmo, pense nisto), o comportamento em curvas será afetado, geralmente para pior, pois a simetria com o pneu dianteiro não sera a mesma. Não vale a pena!!!

    ResponderExcluir
  17. Geraldo Tite Simões:- Caro Geraldo, não compreendo quando vc diz que não existe freio motor nos motores do ciclo OTTO equipados em veiculos." Freio é freio e freio motor é freio motor", esta frase esta correta ao meu ver, Vamos conversar a respeito, não podemos confundir os garotos, talvêz vc estava se referindo a outra coisa, quem sabe. Vamos falar, podemos aprender um com o outro. Meu e-mail é mausarra@hotmail.com.

    ResponderExcluir
  18. sair da 6ª para uma 5ª com uma leve desaceleração antes da curva e logo depois retomando a aceleração é essencial para manter a moto tracionada e dentro da curva, quanto mais puder acelerar mais conseguira deitar a moto gradativamente numa bela sincronia. Se não tivesse freio motor você não conseguiria fazer tais curvas... seria um mundo sem atrito!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    ResponderExcluir
  19. Cara, discordo quanto ao freio motor. Ele pode ser muito útil se for bem usado. Eu mesmo já me salvei de boas usando freio motor, a principal vantagem é a redução rápida de velocidade sem travamento das rodas. principalmente em pista molhada. Só não recomendo pra quem tem pouca experiência, porque é preciso conhecer muito bem a moto para poder dosar corretamente.

    ResponderExcluir
  20. Também concordo plenamente com todos os pontos, exceto o do freio motor. Ele pede para fazer o teste, e eu ja fiz, sem o freio motor vc fica solto demais e a moto demora mais pra parar e consequentemente vc acaba apertando mais o freio até a roda travar. Se a roda trava meu velho, tem que ter braço pra não cair.

    ResponderExcluir
  21. Não existe freio motor? Credo, quanta besteira... deixe a moto em ponto morto numa descida de serra, e tente segurar só no freio. Se tu sobreviver, voltei aqui pra responder.
    Desci a serra do rio do rastro praticamente sem usar freio, só controlando na redução de marchas e giro do motor.

    ResponderExcluir
  22. entao faz um teste, em uma pista molhada e vc a 140 km/h, vc precisa parar sua moto ai vc segura na embreagem e no freio , ai ai é cada uma, quer dizer entao que reduzir marchas nao ajuda na frenagem ? aaah tá, nao falo nada para motos com abs, agora sem abs nao faz sentido o que vc falou

    ResponderExcluir
  23. O freio moto, tem um efeito muito interessante, ele permite reduzir a velocidade com a certeza de que as rodas não vao travar e seu desempenho não depende das condições da pista , bom para não forçar os freios.

    ResponderExcluir